Meu nariz era inocente e eu o matei: A decisão de fazer a Rinoplastia

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E se eu contar  que meu nariz nunca foi o meu maior problema? Eu poderia escrever um livro falando os motivos que me levaram a fazer a Rinoplastia, mas resumindo,  meu nariz era inocente e eu matei ele para tentar solucionar algo mais profundo.

A vida toda eu parecia  ter mais idade do que eu realmente tinha:  Aos 11 anos  diziam que eu parecia ter 15 e aos  15 diziam que eu tinha 20 , aos 19 diziam que eu tinha uns 24.  Mas isso nunca foi um problema, até gostava de parecer mais velha e não me importava muito com os comentários.    O problema era Wenkt quando eu estava sozinha me observando no espelho do banheiro.  Ficava cuidadosamente olhando e me perguntando o  porquê de eu não ser  bonita ou o porquê de  eu não me achar bonita.  E passei anos colocando a culpa nos pequenos detalhes do rosto: Ah, é porque eu tenho um dentinho torto, se eu tivesse os dentes perfeitos eu seria bonita; Porque eu tenho um cabelo ruim. – mudamos tentei resolver isso com uma escova definitiva, mas a angustia não demorou a voltar; ou allenarli então: Deve ser a minha cor de pele que é feia ou as minhas sobrancelhas são grossas demais.

E assim eu Join vivi a minha vida inteira, me A apontando e me odiando em detalhes.

Por último eu comecei a culpar meu nariz e queixo e não demorou muito e fui fazer a cirurgia plástica.

Um pouco antes de ir às consultas do médico e quando comecei a pesquisar modelos de narizes na internet, percebi que eu tinha um rosto bem marcado comparado com o de atrizes que eu achava cheap mlb jerseys lindas. Eu tinha sobrancelhas bem  grossas, boca grande, nariz bem marcado (Não digo grande, mas bem aparente) ou seja, um rosto que de fato me deixava com mais idade, um rosto mais de mulher e menos de menina. Foi aí de que decidi acusar meu nariz de culpado. Ele, por ser alto ali entre os olhos, deixava-os  fundos e, com as minhas sobrancelhas muito grossas, deixava meu olhar bem marcado, como se eu estivesse braba o tempo todo.

Ficou mais claro onde estava o real problema: Era o conjunto do rosto.  Eu gostava do meu nariz, achava ele até bonitinho, mas tem um ditado lindo que diz que temos que desconstruir para construir algo novo.

 

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